Reflexão sobre a bondade
Ao falar sobre bondade entramos por uma porta da filosofia chamada estética. Quando digo que algo é bom, faço juízo de valor. Diferente de apenas descrever uma coisa, o que é conhecido como juízo de fato. Juízo de valor depende do repertório pessoal de cada sujeito e o seu contexto histórico-cultural. Ou seja, a bondade muda de acordo com o tempo e o espaço.
Por mais que haja mudanças, algo parece sempre estar presente ao tema da bondade: A conveniência. Algo que me convém é “bom”. O “mal” é do grupo dos inconvenientes. Após acumular vários casos de coisas que convém, as sociedades criaram costume, definiram coisas que podem ser consideradas atos de bondade. O curioso é que a palavra costume está na origem da palavra moral, portanto, bom acaba sendo sinônimo de moral (conjunto de costumes que convém a uma maioria).
Algumas pessoas tomaram atitudes que pareceram ruim para o seu tempo (Jesus, Sócrates, Rosa Parks), mas que para eles era algo bom. Agiram de acordo com os valores pessoais, de acordo com coisas tornam a vida boa e o seus princípios, essa atitude é conhecido como Ética.
Uma pessoas boa ou que exercita bondade, é aquela que tem por princípios (Ética) o que é bom para um certo tempo histórico-cultural (a moral ).
Segundo essa reflexão, a melhor maneira de fazer bem a alguém é descobrir o que lhe convém? Descobrir quais são as necessidades de cada um? Descobrir maneiras de como contribuir na existência das pessoas? Como posso permitir que o outro sorria o sorriso, que se não fosse eu, ele não sorriria, que ele chegue a lugares que sem mim não seria capaz de chegar?
Gosto do termo “Quebrar o galho”. Bondade é de certa forma quebrar o galho para alguém. As vezes quebrar o galho exige muito de nós. As vezes precisamos abrir mão de algumas coisas, talvez o conveniente ao outro, não seja para nós.
O Amor de mãe, ágape, é uma bondade despretensiosa (Hoje a ideia de convèm está muito relacionada ao lucro). Lembro de minha mãe, quantos sacrifícios fez para quebrar galhos para mim. Quantos sonhos ela não abriu mão para que eu chegasse aqui? Eu me sinto na responsabilidade de retribuir isso ao mundo, de alguma forma retribuo sendo professor.
Ser professor é um tipo de bondade. Porque escolhi ser professor? Se a vida boa é uma vida dedicada ao outro, o desabrochar do aluno é o sentido da minha vida, é o aluno que aprende, que me comprimenta no corredor, cada plano de aula, tudo é por eles, para ele pensar e viver melhor. O salário é detalhe, é evidente que é pelo aluno. Viver é quebrar o galho para alguém.
Por mais que haja mudanças, algo parece sempre estar presente ao tema da bondade: A conveniência. Algo que me convém é “bom”. O “mal” é do grupo dos inconvenientes. Após acumular vários casos de coisas que convém, as sociedades criaram costume, definiram coisas que podem ser consideradas atos de bondade. O curioso é que a palavra costume está na origem da palavra moral, portanto, bom acaba sendo sinônimo de moral (conjunto de costumes que convém a uma maioria).
Algumas pessoas tomaram atitudes que pareceram ruim para o seu tempo (Jesus, Sócrates, Rosa Parks), mas que para eles era algo bom. Agiram de acordo com os valores pessoais, de acordo com coisas tornam a vida boa e o seus princípios, essa atitude é conhecido como Ética.
Uma pessoas boa ou que exercita bondade, é aquela que tem por princípios (Ética) o que é bom para um certo tempo histórico-cultural (a moral ).
Segundo essa reflexão, a melhor maneira de fazer bem a alguém é descobrir o que lhe convém? Descobrir quais são as necessidades de cada um? Descobrir maneiras de como contribuir na existência das pessoas? Como posso permitir que o outro sorria o sorriso, que se não fosse eu, ele não sorriria, que ele chegue a lugares que sem mim não seria capaz de chegar?
Gosto do termo “Quebrar o galho”. Bondade é de certa forma quebrar o galho para alguém. As vezes quebrar o galho exige muito de nós. As vezes precisamos abrir mão de algumas coisas, talvez o conveniente ao outro, não seja para nós.
O Amor de mãe, ágape, é uma bondade despretensiosa (Hoje a ideia de convèm está muito relacionada ao lucro). Lembro de minha mãe, quantos sacrifícios fez para quebrar galhos para mim. Quantos sonhos ela não abriu mão para que eu chegasse aqui? Eu me sinto na responsabilidade de retribuir isso ao mundo, de alguma forma retribuo sendo professor.
Ser professor é um tipo de bondade. Porque escolhi ser professor? Se a vida boa é uma vida dedicada ao outro, o desabrochar do aluno é o sentido da minha vida, é o aluno que aprende, que me comprimenta no corredor, cada plano de aula, tudo é por eles, para ele pensar e viver melhor. O salário é detalhe, é evidente que é pelo aluno. Viver é quebrar o galho para alguém.


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