Esbulho

Desconfiei que não seria de pigmentar as bochechas, mas narrei as pernas, como véu descendo nas temporas, feito parábolas e hipotenusas calculando um cabresto bom. A frente, molas de uma nada calma cintura, busquei a frente, sua consumação. Logo que seu colo balançava ante a boca, senti seu ventre recocheteiando mãos, as minhas. Dedos femininos cravados na nuca, driblando cabelos, infligindo como degraus ajoelhados a deliberada devoção.Que sagrada mulher, faça de ti religião e ventila altares entre nós. Que esquina não deixei religiosamente nossa transação sangrar ônus para o tédio?
Eu fugi levando a derme da sua pelves na minha mochila.

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